TRABALHADOR DO BEM: AUTOCONHECIMENTO E AMOR

 em Amor, auto-conhecimento, Jesus

América Paoliello Marques / RAMATIS

 

Cabe a cada trabalhador do Bem dar a parte que lhe com­pete, na certeza de que não será capaz de reunir condições para a aprovação geral.

Aprovação geral nem o próprio Jesus conseguiu. Mesmo a humanidade que se declara cristã fabricou para si um Jesus à sua imagem e se­melhança, de acordo com seu grau de percepção espiritual.

Semear é a tarefa. A germinação e a colheita pertencem à Vida.

Não vos aflijais, portanto. Quando, em vossos esfor­ços, desejardes ser fiéis às tarefas abraçadas, vosso irmão sentirá a repercussão de um impulso de Amor que, se não for tão genuíno quanto desejaríeis, terá representado vossa contribuição melhor dentro da seara.

Porém, ninguém será capaz de amar sem conhe­cer-se a si mesmo. Se não vos conhecerdes em vossas próprias necessidades, como reconhecereis as de vossos irmãos para servi-los adequadamente, se em última análise as necessida­des do próximo são basicamente as mesmas? Se não vos souberdes socorrer a vós mesmos, estareis muito pouco ca­pacitados a  servir em bases realmente úteis ao vosso irmão. Além disso, carentes em vossas expressões espirituais, vos­so gesto de socorro poderá, geralmente, restringir-se ao sen­timento de solidariedade, impotente para fornecer maiores contribuições à renovação efetiva de vosso companheiro de jornada.

Existe uma gama infinita de interpreta­ções para o Amor. No processo de doação dessa subli­me vibração são tão amplas as escalas em que poderemos nos encontrar quanto são diversificados os estágios evolutivos dos seres criados.

Ao emitir e receber no padrão que lhe seja peculiar, o ser torna-se fiel ao seu processo de enquadramento sucessivo aos diversos níveis de realização.

O que efetivamente conta é que o “quantum” desse Amor seja generosamente ofe­recido como uma oblação às Forças Criadoras do Universo.

 

 

Fonte: Jesus e a Jerusalém Renovada, 2019

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