BRASIL, TERRA DE PROMISSÃO?

 em Brasil, Evangelho, Ramatis

Espírito RAMATIS

Médium América Paoliello Marques

“O homem do terceiro milênio será fraterno por excelência em sua fundamentação, sem influência de credos políticos ou religiosos, pois o Amor ao próximo será a única Lei reconhecida por infalível, depois do fracasso apocalíp­tico das idéias separatistas.

Reconhecereis os novos líderes da Humanidade pelo espírito anti-sectário no campo da religião, da política, da ciência. Podemos identificá-los nos seres aparentemente descompromissados com tudo, mas pro­fundamente acessíveis às idéias renovadoras. Não os vereis invectivando o comportamento alheio, pois sa­berão intuitivamente que essa é uma atitude geral­mente inútil e dispersiva se cada qual tem coisas mais importantes a fazer. Serão aqueles que constróem sem preocupação de aparecer e, se as circunstâncias evi­denciam seu esforço, não se perturbam, pois encon­tram-se tão empenhados no que realizam, que julgam uma perda de tempo parar para contemplar seus efei­tos. (…)

(…) Aquele servo que escondeu o tesou­ro debaixo da terra sabe que o possui, mas se decorrer muito tempo, desde que o escondeu, corre o risco de o ter perdido ou de demorar a encontrá-lo e desenterrá-lo, inclusive, porque o solo se tornou endurecido sobre o tesouro escondido.

O povo brasileiro possui o tesouro da Espiritua­lidade representado pelos valores cristãos.  Outros povos esbanjaram-no, perdendo a oportunidade de aplicar devidamente os princípios da civilização cristã de que se julgam dignos representantes. Como coleti­vidade, nenhum ainda representou o papel do servo da parábola, que foi capaz de aplicar os bens do Senhor e multiplicá-los sem desperdício.

Ao Brasil, por circunstâncias naturais de evolu­ção, não coube ainda oportunidade de  ser testado integralmente na aplicação em larga escala dos bem recebidos. Como servo bisonho, conserva timidamen­te seu tesouro oculto, com receio de esbanjá-lo, não sabendo aplicar tudo que possui. Como alma coletiva, o povo brasileiro encontra-se naquela fase da segunda infância, na qual o jovenzinho propala suas possibili­dades afirmando que não as põe em prática adequada­mente por não lhe ser dada oportunidade, pois já se considera capaz de ombrear, em pé de igualdade, com os adultos e até de superá-los.”

O vigor da puberdade desperta na alma brasilei­ra os pruridos de hegemonia, observados pela Espiri­tualidade como sinal de consciência coletiva em vias de despertamento.

Porém, como sabeis, o jovem púbere ainda será submetido a experimentações exaustivas até chegar o momento de sua realização efetiva e equilibrada no plano adulto a que se julga destinado prematuramente.

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